Um homem que precisa de dinheiro pede a seu patrão que o ajude. O patrão o desafia: se ele passar uma noite inteira no alto da montanha, receberá uma grande recompensa, mas, se não conseguir, terá que trabalhar de graça.
Ao sair da loja, viu que soprava um vento gelado, ficou com medo e resolveu perguntar ao seu melhor amigo, Aydi, se não era uma loucura fazer essa aposta.
Depois de refletir um pouco, Aydi respondeu: ’Vou lhe ajudar. Amanhã, quando estiver no alto da montanha, olhe adiante.
Eu estarei no alto da montanha vizinha, passarei a noite inteira com uma fogueira acesa para você. Olhe para o fogo, pense em nossa amizade, e isso o manterá aquecido. Você vai conseguir, e depois eu lhe peço algo em troca.’
Ali venceu a prova, pegou o dinheiro e foi até a casa do amigo: ’Você me disse que queria um pagamento.’
Aydi respondeu: ‘Sim, mas não em dinheiro. Prometa que, se em algum momento o vento frio passar por minha vida, acenderá para mim o fogo da amizade.’”
Não sei o autor, mas peguei esse texto no blog do Paulo Coelho, no link http://paulocoelhoblog.com/category/o-aleph/page/2/
Esse blog é para postar as coisas bonitas que outras pessoas escrevem. Há muito tempo atrás eu tb escrevia mto, mas hj aprendi a apreciar coisas q outras pessoas fazem melhor que eu. E assim, um pouco de mim vai se revelando em cada palavra, seja minha ou não. Espero que gostem.
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Sorrir mesmo triste
-Mas você está triste sorrindo assim?
- Sim, tou sim
(insiste)- Mas você fica triste e sorri assim?
- É. É assim, sim
-Mas você consegue?
- Eu me acostumo
- Acostumou-se a ficar triste, moça?
- Não, me acostumei a sorrir de todo jeito
vanessa leonardi
- Sim, tou sim
(insiste)- Mas você fica triste e sorri assim?
- É. É assim, sim
-Mas você consegue?
- Eu me acostumo
- Acostumou-se a ficar triste, moça?
- Não, me acostumei a sorrir de todo jeito
vanessa leonardi
domingo, 5 de junho de 2011
Qr um Rolls Royce ou um Passat?
Não imponho a minha pessoa a ninguém. Não imploro afeto. Não sou indiscreta nas minhas relações. Tenho poucos amigos, porque acho mais inteligente ser seletivo a respeito daqueles que você escolhe para contar os seus segredos. Então, se sou chata, não incomodo ninguém que não queira ser incomodado. Chateio só aqueles que não me acham uma chata, por isso me querem ao seu lado. Acho sim, que, às vezes, dou trabalho. Mas é como ter um Rolls Royce: se você não quiser ter que pagar o preço da manutenção, mude para um Passat.
Fernanda Young
Fernanda Young
Consequências da evolução
Quando nos dedicamos, com o coração, à busca do autoconhecimento, é inevitável que chegue um instante em que algumas mentiras que contávamos para nós mesmos passem a não funcionar mais. Os disfarces até então utilizados para fortalecer o nosso autoengano já não nos servem. Inábeis com a paisagem aos poucos revelada, às vezes ainda tentamos nos apegar a alguma coisa que possa encobrir a nossa lucidez, embaraçados que costumamos ser com as novidades, por mais libertadoras que sejam. É em vão. Impossível devolver a linha ao novelo depois que a consciência já teceu novos caminhos. Existem portas que se desmancham após serem atravessadas, como sonhos que se dissolvem ao acordarmos. Não há como retornar ao lugar onde a nossa vida dormia antes de cruzá-las. Da estreiteza à expansão. Da semente à flor. Do casulo às asas, nos ensinam as borboletas.
Não cometa essas loucuras!
"É loucura odiar todas as rosas porque uma te espetou. Entregar todos os teus sonhos porque um deles não se realizou, perder a fé em todas as orações porque em uma não foi atendido, desistir de todos os esforços porque um deles fracassou. É loucura condenar todas as amizades porque uma te traiu, descrer de todo amor porque um deles te foi infiel. É loucura jogar fora todas as chances de ser feliz porque uma tentativa não deu certo. Espero que na tua caminhada não cometas estas loucuras. Lembrando que sempre há uma outra chance, uma outra amizade, um outro amor, uma nova força. Para todo fim, um recomeço."
Antoine de Saint-Exupery
Antoine de Saint-Exupery
sábado, 4 de junho de 2011
Seja Livre
Não permita que o medo seja o condutor de uma turbulenta jornada de sua vida. Seja livre e jogue fora as jaulas imaginárias criadas pelo medo, colocando-o dentro de um filme de terror com uma trama conspiratória sem fim. A decisão está em suas mãos. Seja livre!
Flávio Augusto
Diretor Presidente Wise UP
Flávio Augusto
Diretor Presidente Wise UP
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