quarta-feira, 1 de dezembro de 2010



"Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar, passear ou fazer sexo... Isto é carência.
Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar.... Isto é saudade.
Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às vezes, para realinhar os pensamentos... Isto é equilíbrio.
Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente para que revejamos a nossa vida. .. Isto é um princípio da natureza.
Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado... Isto é circunstância.
Solidão é muito mais do que isto.
Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão pela nossa alma...."

Francisco Buarque de Holanda
 
(mandado hj, pela Gabi... =D)

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Fato


''Cada um tem de mim exatamente o que cativou''
 Charles Chaplin

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

CHEIRO DE FLOR

Cheiro De Flor Natiruts

Eu sinto o cheiro de flor
Quando eu penso em você eu sinto um cheiro de flor
Quando eu penso em você me faz curar de toda dor

O Reggae é uma expressão de pura paz e amor
É o remédio para qualquer alma que está a sofrer
Sua beleza à terra do samba encantou
Como a flor mais singela que ofereço pra você
Mas não esqueça que esse mundo também tem muita dor
e que é preciso ter amor para enfrentar o que lhe faz sofrer
Vamos rimando fácil assim
E desejando a paz no fim
Terei coragem de chorar e jogarei flores no mar e brilho pra te merecer
Quem foi que disse que o dread não gostava de sambar

JAMAIS DEIXE NOSSA FÉ MORRER!
E vem o sol que já vai brilhar traz a criança num banho de mar
Juro não fingir
Eu sei posso tentar
Ser eu depois você
Ser livre para amar
Não podemos fugir
Deixa o amor florecer

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Meu chão eu fiz de mola!

Eu vou nomeando meus sonhos um por um. Colocando metas, fazendo projetos, com os dedos cruzados e minhas melhores vibrações. Claro que eu me frustro, faz parte da vida. Mas meu chão eu fiz de mola. Posso cair todos os dias, mas o resultado da minha queda é o impulso.

Fernanda Gaona

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Com você eu continuo

"Olha, eu sei que o barco tá furado e sei que você também sabe, mas queria te dizer pra não parar de remar, porque te ver remando me dá vontade de não querer parar de remar também."

Caio Fernando Abreu

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Wabi-sabi

"As palavras wabi e sabi não são de fácil tradução. Wabi pode significar simplicidade rústica, frescor e quietude ou elegância discreta. Pode também se referir a acidentes e anomalias ocorridos no processo de construção que conferem singularidade ao objeto. Sabi é a beleza ou serenidade que vem com o tempo, quando a vida do objeto e sua impermanência são evidenciados pelo desgaste ou por qualquer conserto visível.

Wabi-sabi é igualmente difícil de definir em palavras. O termo se refere a uma abrangente estética japonesa baseada na aceitação da transitoriedade. “Wabi-sabi cultiva tudo que é autêntico ao reconhecer três realidades simples: nada dura, nada é completo: nada é perfeito”, diz uma de suas definições.

Em termos mais coloquiais, wabi-sabi é o pacote completo; admite o defeito; revela a história, o desgaste e o sofrimento. Quando você pendura uma foto no seu banheiro e o vapor faz suas pontas curvarem, isso é wabi-sabi. Quando a pintura da porta descasca ou uma aranha faz uma teia no canto da sua garagem ou a xícara de chá de sua vó ganha rachaduras que parecem fios de cabelo depois de três gerações de uso, isso é wabi-sabi.

Wabi-sabi é otimista. É ver beleza onde pessoas menos criativas enxergam defeitos. É também maleável. Quando algumas gotas de azeite mancham seu vestido limpinho no almoço, não se trata de um descuido, mas de uma magnífica imperfeição. Quando um colega de classe pisa sem querer no seu tênis branco reluzente, deixando uma mancha cinzenta, isso é o tempo que se acelera. E quando um garoto desajeitado arranca um naco de seu novo e adorado skate, e você tem 13 anos e ainda é inocente, isso é uma preparação para você cair no mundo real, em que as coisas inevitavelmente se desintegram."

*Jamie Brisick é ex-surfista profissional, escritor e colaborador do The New York Times, The Guardian e Details. Mora em Nova York.

(Reportagem Revista Trip - 08/03/2010)

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Pétala

Só serei flor, quando tu fores o verão.

Alceu Valença
Pétala