Esse blog é para postar as coisas bonitas que outras pessoas escrevem. Há muito tempo atrás eu tb escrevia mto, mas hj aprendi a apreciar coisas q outras pessoas fazem melhor que eu. E assim, um pouco de mim vai se revelando em cada palavra, seja minha ou não. Espero que gostem.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
domingo, 18 de setembro de 2011
Prefiro a turbulência
Prefiro mil vezes as turbulências e desencontros, os choros e as dúvidas do amor, do que a calmaria e a agenda vazia de um coração oco.
Lucila Azevedo
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Honrar a arte de pensar
"Perdemos o instinto de preservação da espécie por não estudarmos o funcionamento da mente e entendermos os fenômenos que constroem as complexas cadeias e pensamentos. Não percebemos que esses fenômenos são exatamente os mesmos em todo ser humano. Portanto, do ponto de vista psicológico, não há brancos, negros, judeus, árabes, americanos, reis, súditos. As guerras, a discriminação, as disputas comerciais predatórias e o terrorismo são frutos da autodestruição de uma espécie que não conhece o funcionamento da sua mente e não honra a arte de pensar".
Augusto Cury
Nunca desista dos seus sonhos
Augusto Cury
Nunca desista dos seus sonhos
domingo, 4 de setembro de 2011
Os cegos e o Elefante
Certo dia, um príncipe indiano mandou chamar um grupo de cegos de nascença e os reuniu no pátio do palácio. Ao mesmo tempo, mandou trazer um elefante e o colocou diante do grupo. Em seguida, conduzindo-os pela mão, foi levando os cegos até o elefante para que o apalpassem. Um apalpava a barriga, outro a cauda, outro a orelha, outro a tromba, outro uma das pernas. Quando todos os cegos tinham apalpado o paquiderme , o príncipe ordenou que cada um explicasse aos outros como era o elefante, então, o que tinha apalpado a barriga, disse que o elefante era como uma enorme panela. O que tinha apalpado a cauda até os pelos da extremidade discordou e disse que o elefante se parecia mais com uma vassoura. "Nada disso ", interrompeu o que tinha apalpado a orelha. "Se alguma coisa se parece é com um grande leque aberto". O que apalpara a tromba deu uma risada e interferiu: "Vocês estão por fora. O elefante tem a forma, as ondulações e a flexibilidade de uma mangueira de água...". "Essa não", replicou o que apalpara a perna, "ele é redondo como uma grande mangueira, mas não tem nada de ondulações nem de flexibilidade, é rígido como um poste...". Os cegos se envolveram numa discussão sem fim, cada um querendo provar que os outros estavam errados, e que o certo era o que ele dizia. Evidentemente cada um se apoiava na sua própria experiência e não conseguia entender como os demais podiam afirmar o que afirmavam. O príncipe deixou-os falar para ver se chegavam a um acordo, mas quando percebeu que eram incapazes de aceitar que os outros podiam ter tido outras experiências, ordenou que se calassem. "O elefante é tudo isso que vocês falaram.", explicou. "Tudo isso que cada um de vocês percebeu é só uma parte do elefante. Não devem negar o que os outros perceberam. Deveriam juntar as experiência de todos e tentar imaginar como a parte que cada um apalpou se une com as outras para formar esse todo que é o elefante." Algumas conclusões sobre essa história...
A experiência das coisas que cada homem pode ter é sempre limitada. Por isso, a sensatez obriga a levar em conta também as experiências dos outros para se chegar a uma síntese.
A pessoa, o ser humano, apresenta muitas facetas. Existe o risco de polarizar a atenção em algumas delas, ignorando o resto. Fazendo isso, estaríamos repetindo os cegos da parábola. Cada um ficaria com uma visão unilateral e parcial.
Para obtermos uma visão o mais integral possível do que é uma pessoa, devemos reunir, numa unidade, os numerosos aspectos que podem ser observados no ser humano.
John Godfrey Saxe (1816 - 1887)
sábado, 27 de agosto de 2011
Correr riscos
CORRER RISCOS
(Séneca)
Rir é correr risco de parecer tolo.
Chorar é correr o risco de parecer sentimental.
Estender a mão é correr o risco de se envolver.
Expor seus sentimentos é correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu.
Defender seus sonhos e idéias diante da multidão
(Séneca)
Rir é correr risco de parecer tolo.
Chorar é correr o risco de parecer sentimental.
Estender a mão é correr o risco de se envolver.
Expor seus sentimentos é correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu.
Defender seus sonhos e idéias diante da multidão
é correr o risco de perder as pessoas.
Amar é correr o risco de não ser correspondido.
Viver é correr o risco de morrer.
Confiar é correr o risco de se decepcionar.
Tentar é correr o risco de fracassar.
Mas os riscos devem ser corridos,
Amar é correr o risco de não ser correspondido.
Viver é correr o risco de morrer.
Confiar é correr o risco de se decepcionar.
Tentar é correr o risco de fracassar.
Mas os riscos devem ser corridos,
porque o maior perigo é não arriscar nada.
Há pessoas que não correm nenhum risco,
Há pessoas que não correm nenhum risco,
não fazem nada, não têm nada e não são nada.
Elas podem até evitar sofrimentos e desilusões,
Elas podem até evitar sofrimentos e desilusões,
mas elas não conseguem nada, não sentem nada,
não mudam, não crescem, não amam, não vivem.
Acorrentadas por suas atitudes, elas viram escravas,
Acorrentadas por suas atitudes, elas viram escravas,
privam-se de sua liberdade.
Somente a pessoa que corre riscos é livre!
Somente a pessoa que corre riscos é livre!
O perfil profissional do gerente de projeto
Olá!
Estava fuçando na net e achei um vídeo mto interessante sobre Gerência de projetos. Eu estou iniciando nessa carreira, sou formada em Administração de Empresas, hoje curso Pós em Gestão de Negócios e tô namorando em me especializar em Projetos.
Caso alguém se interesse, fica uma boa dica!
Bjão!!
Estava fuçando na net e achei um vídeo mto interessante sobre Gerência de projetos. Eu estou iniciando nessa carreira, sou formada em Administração de Empresas, hoje curso Pós em Gestão de Negócios e tô namorando em me especializar em Projetos.
Caso alguém se interesse, fica uma boa dica!
Bjão!!
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